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Ideia: Juliano Caetano.
Ilustração: Juliano Caetano.
A Dádiva do Nilo
O marco inicial da civilização egípcia está no ano de 3.150 a.C. quando o alto e o baixo Egito se unificaram sobre o reinado de um mesmo monarca, o Faraó. Graças ao Rio Nilo e as terras férteis propiciadas pelas suas cheias, a civilização egípcia viveu grandes períodos de prosperidade. Durante o período do Império Novo (entre 1550 a.C. e 1070 a.C.) o Egito viveu o seu auge, expandindo seus domínios do que hoje é a fronteira do Egito com Sudão até a região do rio Eufrates.
Após isso, o império egípcio começou a declinar, sofrendo várias invasões, até o governo do último faraó, em 31 a.C., quando, em fim, eles foram dominados pelos Romanos. Os maiores legados dos egípcios estão na área da arquitetura, medicina, agricultura e no direito. A exceção dos escravos, perante a lei todos eram considerados iguais, tendo direito à posse, divórcio, herança e resolução de litígios nos tribunais. Uma peculiaridade da escrita dos egípcios é o uso de hieróglifos.
Hoje sabemos tudo isso graças às descobertas da arqueologia e a Jean-François Champollion, que conseguiu decifrar os hieróglifos no século XIX, este foi considerado o pai da egiptologia.
E, graças a RedBug, você ainda descobre outras peculiaridades da época, detalhes que você não encontrará em nenhum livro de história, confira a imagem acima e descubra por si só.
Texto: Adriel Silva
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