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Ideia: Felipe Marinho e Juliano Caetano.
Ilustração: Felipe Marinho.
Rock Style
Cada homem é fruto do seu tempo. Sofre as influências do mundo que o cerca, daquilo que ele vivência, daquilo que lhe é ensinado. Cada tempo tem suas peculiaridades, seus costumes, suas características. E o rock n’roll não é uma exceção.
Do cabelo baixinho e bigode tipo malandro carioca dos anos 20 aos anos 50, antes mesmo de existir o rock n’roll, passamos aos topetes extravagantes estilo Johnny Bravo divulgado principalmente por artistas como Elvis Presley, Chuck Berry e eu acho que o Zé Bonitinho também.
Então vieram os anos 1960 e 1970. Guerra do Vietnã, movimento hippie, revolução estudantil entre outras várias coisas, nessa época, o que era supimpa era ser do contra, tá sabendo? Usar roupas coloridas, usar os cabelos compridos, não tomar banho e sexo livre; além dos becks que a galera puxava.
Depois influenciado pelo cara mais punk-rock-hardcore que já existiu no mundo, o pica-pau, surgiu um corte de cabelo muito massa, o moicano. Mas ultimamente inventaram um tal de pop, emocore, uns coloridos ai, foi quando começaram a aparecer franjinhas meigas e delicadas levantando várias duvidas à respeito do futuro do rock style. Mas se serve de consolo, pelo menos o Neymar só joga bola, não canta rock.
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